"Tengoku no Michi"

Tengoku no Michi, em japones significa um caminho para o ceu, nesta fan fic, vou falar sobre uma garota que passou por muitos apuros, e continua, só que com algumas diferenças, ela descobre o mundo dela, com pessoas diferentes, e situações diferentes, e ainda vai sofrer muito...
Esta história é uma história muito triste...muito triste mesmo.

27 de junho de 2011

Continuação- (sexta parte)

"...Apos o acidente, passou meio mês, e fui para escola, conheci Mogawara Fubuki e Nichihiro Sayuka eram as pessoas que mais me dei bem. Em uma tarde estava voltando da escola quando Mariko-san veio correndo em minha direção.

Mariko-san: - Mayuka! Você está bem? - Aquilo me deixou com medo.
Mariko-san: - Aquele acidente com a sua mãe. Na verdade foi proposital.
Mayuka: - O que é proposital, Mariko-san? - Perguntei, eu sabia de alguma forma que não era uma coisa boa.
Mariko-san: - É quando o acidente foi criado por alguma pessoa. - De repente, não sei porque veio a imagem do meu pai na minha cabeça, lembrei do bilhete que ela havia deixado, comecei a ficar com raiva do meu pai. Eu sabia que era ele. O culpado de tudo isso com certeza era o meu pai.
Saí correndo para algum lugar, chorando, larguei tudo, Mariko-san só deu um grito me chamando mas não tinha como escutar, minha mente estava cheia.
Logo perto havia uma floresta pequena entrei nela e deu a um lugar bonito, cheia de flores. Fiquei sentada ali pensando como seria o céu, será que lá é mais bonito do que aqui? Até que levei um susto, uma presença chega atrás de mim.

Um menino: - O que está fazendo aí?  Sentada sozinha.
Mayuka: - Nada.
Um menino: - Ah tá. Desculpa eu te incomodar, mas é que eu gosto de vir aqui também. Quando eu quero fugir.
Mayuka: ...
um menino: - Não vai falar nada?
Mayuka: - Mariko-san me ensinou que não se deve falar com os estranhos.
um menino: - Entendi. Então é fácil. Qual é seu nome?
Mayuka: ...  -Virei a cara sem responder. 
Um menino: - Ah que mal educado eu sou, se quer saber o nome de alguma pessoa, primeiro deve se apresentar primeiro, eu sou Matsuya Tsubaki. Tenho 7 anos. Prazer!!!  E o seu nome? Agora eu falei, então tem que responder. - Deu um sorriso tão simpatico que não tive como não responder.

Mayuka: - Eu sou Aizawa Mayuka...e tenho 6 anos... -  Falei bem baixo. Timidamente, e ele deu risada. Sem querer eu joguei meu chinelo nele, acertou em cheio o rosto. Fiquei vermelha de tanta vergonha.
Mayuka: - Ai meu deus, me desculpa.....Não quis acerta-lo.
Tsubaki: - Háháháhá, não foi nada. - E rolou de tanto dar risada- Você não tem força. Joga o chinelo que nem uma menininha.- Ficou me provocando e corri atrás dele. Quando parei pra pensar eu era uma menininha. Nós dois paramos e deitamos nas flores rindo bem alto. Nunca me senti tão feliz. Mas quando abri os olhos eu vi aquele céu, minha mente ficou vago de novo, só ficava pensando na minha mãe, só entrava a imagem dela. Sentei e diquei chorando. Tsubaki caminhou até mim e me disse.
Tsubaki: - O que foi Mayuka? Não está feliz? Deixa eu limpar sua lágrima. Garotas ficam bonitas com sorriso nos olhos, e não com o brilho das lágrimas.- Me disse limpando meu rosto, logo fiquei vermelha e ele deu um sorriso. De longe eu escutava uma voz familiar me chamando.

Mariko-san: - Mayuka!!! Aonde você está!!!!
Tsubaki: - Ela está te chamando...- Levantei e acenei para ela demonstrando que estava bem. Conforme ela ia chegando ela estava fazendo uma expressão de que *eu conheço esse menino*
Mayuka:- Mariko-san, desculpe, mas eu estava me divertindo tanto que perdi a hora.
Mariko-san: - Tudo bem, mas vamos já que esta tarde e você precisa jantar. - me puxando e me levando pelo braço. - Dá tchau para o seu amigo e vamos. - Ela sorriu dando tchau junto comigo para Tsubaki.
Tsubaki: - Vamos nos encontrar aqui de novo!!! - Gritou
Mayuka: - Tá bom!!! Até amanha!!! - Quando estavamos já de costas Mariko-san pergunta quem era, então eu respondi que era Matsuya Tsubaki. Ela fez uma cara de assustada dizendo.
Mariko-san: - Uma pessoa da família Matsuya? Não tem como ele estar aqui. - Perguntei a ela o por que, então ela me explicou. Ele fazia parte de uma família nobre e rica da cidade, porém mora um pouco mais para o Norte. Eu fiquei feliz por ele ser daquele jeito e não tão esnobe.


Na manhã seguinte fui de novo brincar com ele, e nossa amizade cresceu, nós estavamos felizes, ambos tinha algo para esconder, quando eu perguntava da familia dele ele não me respondia, eu contava tudo pra ele, mas ele insistia em esconder..."

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